Nuccleo Essencial
Voltar pro blog
Governança10 de julho de 20266 min de leitura

IA generativa e LGPD: o que checar antes de usar

Antes de colocar Claude, ChatGPT ou qualquer IA generativa pra lidar com dado de cliente, a empresa precisa responder a estas perguntas.

IA generativa não é isenta de LGPD só porque roda na nuvem de outra empresa. Se um dado pessoal entra numa conversa com o assistente, a empresa que colou esse dado ali segue responsável por ele, do mesmo jeito que seria responsável por mandar num e-mail.

Perguntas antes de liberar o uso

  • O plano contratado (pessoal ou empresarial) usa a conversa pra treinar o modelo?
  • Onde o provedor armazena o histórico e por quanto tempo?
  • Existe um canal pra excluir dado quando o cliente pedir?
  • Quem dentro da empresa tem acesso ao histórico de conversa dos times?
  • Existe uma lista do que pode e do que não pode entrar numa conversa com IA?

Uma regra simples que já resolve a maior parte

Documento com CPF, dado de saúde, dado financeiro de cliente ou informação de menor de idade não entra em ferramenta de IA generativa sem anonimizar antes, ponto final. Pra tudo o mais, plano empresarial com garantia contratual de não treinamento e uma política curta e objetiva já cobre a maior parte do risco.

Isso é exatamente o tipo de item que entra na categoria de Governança do diagnóstico de maturidade digital que fazemos na Nuccleo: não é sobre proibir IA, é sobre usar sabendo onde está o risco.

Quer saber onde sua empresa está em maturidade digital?

A Nuccleo faz um diagnóstico gratuito e mostra, com clareza, onde priorizar primeiro.

Falar com um especialista